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Passatempo: Vai uma T-Shirt?

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A Friking e o CINEBLOG têm para oferecer uma t-shirt à escolha da loja Friking Leiria. O passatempo termina às 23h59 de 19 de fevereiro de 2018. 

Para te habilitares só tens de:

1.º Seguir a página do Facebook do CINEBLOG e a página da Friking Leiria.

2.º Partilhar este post no Facebook.

3.º Preencher o formulário em baixo. O vencedor será contactado por email.

PASSATEMPO ENCERRADO 

Regulamento:

O passatempo decorre até às 23:59 do dia 19 de fevereiro. Todas as respostas que chegarem depois desse prazo vão ser excluídas
Só é permitida uma participação por nome.
O vencedor será escolhido através do sistema de seleção aleatória online random.org.

Filipe Melo regressa aos filmes. E que saudades que já tínhamos.

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Lembram-se daquele músico talentoso que foi responsável pelo primero filme de zombies português e que entretanto se tornou numa super estrela da BD nacional (e com quem tive oportunidade de colaborar na minha tão querida Garagem de Kubrick)?

Parece que nos últimos meses realizou um filme em segredo nos Estados Unidos, o sacana.

Por enquanto ainda só temos um nome (Sleepwalk) e um poster mas ele já prometeu mais novidades para breve.

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Porque é que em Portugal temos o hábito de legendar (e não dobrar) os filmes e as séries?

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Aqui há uns tempos, para quebrar a monotonia, fiz este pequeno vídeo sobre a legendagem do Rick and Morty da Netflix (uma legendagem épica, por sinal). Na altura, como era apenas uma experiência, nem cheguei a divulgar aqui no blogue (podem também acompanhar o canal do YouTube cá do estaminé. Estes pequenos projetos costumam ir todos para lá).

Como a experiência até nem correu mal, resolvi agora fazer um novo vídeo, curiosamente também sobre legendas, que nasceu de uma questão que me fizeram aqui há uns meses: porque é que em Portugal temos o hábito de legendar os filmes e as séries, enquanto que lá fora quase todos dobram?

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Crítica: Three Billboards Outside Ebbing, Missouri. A revolta também é um direito

 

Three Billboards Outside Ebbing, Missouri

Desde o momento em que vemos o olhar de Mildred (Frances McDormand) a inspecionar aqueles três cartazes decrépitos à beira da estrada, que sabemos o que se está a passar. Mildred é raiva, injustiça e sobretudo impotência. Está tudo espelhado naqueles olhos. É como começar uma história pelo fim, só que ainda estamos apenas no início. O que se segue é apenas uma confirmação.

Na terceira longa-metragem como realizador, Martin McDonagh aventura-se no território dos irmãos Coen e leva-nos numa viagem até à America profunda. Estão lá as armas, a violência, a misoginia e o racismo, que servem de combustível a uma reflexão sobre o luto e o direito a não deixar o passado cair no esquecimento, por muito inconveniente que possa ser.

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The End of the F***ing World. O apocalipse é uma questão de perspetiva

 

The end of the f***ing world

The End of the F***ing World não é uma paixão à primeira vista.

Durante a primeira hora, a nova série da Netflix (transmitida originalmente no Channel 4 britânico) é pouco mais do que um exercício de bizarria macabra que aparenta não querer chegar a lado nenhum: personagens incómodos em situações extremas que parecem ter sido escritas com o único propósito de chocar. Se os capítulos fossem maiores, provavelmente teria ficado pelo primeiro episódio.

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