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Apresento-vos o primeiro trailer de War Horse.

No próximo mês de fevereiro (ou janeiro), quando se anunciarem os nomeados aos Óscares, é muito provável que, pela primeira vez em muitos anos, a Pixar não faça parte da lista.
Mas nada temam. Depois de Cars 2, a empresa tem guardado um pequeno ás na manga chamado Brave. E bolas, se tem bom aspeto.

Afinal aquela quarta dimensão anunciada no trailer e nos posters de Spy Kids 4 não era um jogo de palavras. Para além do 3D habitual, o novo filme de Robert Rodriguez vai ser exibido em... Aroma-scope!
Basicamente, para além dos já habituais óculos 3D, os espectadores vão receber um cartão com uma série de números que terão que raspar à medida que estes forem aparecendo do grande ecrã. Isso vai permitir que a audiência sinta os cheiros associados à ação. Lembram-se do Smell-O-Vision? Mais cedo ou mais tarde alguém tinha que ressuscitar isso...

"I'm just looking to get through the day."

Uma coisa é certa, apesar do excesso de patriotismo, Captain America (ou será Captain USA?) pode muito bem acabar por ser o melhor filme desta nova geração Marvel.
Não acreditam? Então este trailer é para vocês.

Agora que o franchise Shrek parece ter pendurado definitivamente as botas (pelo menos até que alguém se lembre de o tirar da reforma), chegou a altura de entregar as ditas cujas a um dos seus sidekicks mais carismáticos.
Aqui fica o primeiro trailer completo de Puss in Boots, para quem gosta de coisas de gatos.

O que é aconteceria se o Timon se juntasse à pandilha do Madagáscar? Basicamente... isto.
Se há coisa que marcou indubitavelmente a minha infância foi o bacalhau assado da minha avó. Ainda hoje começo a salivar que nem um perdido só de pensar naquelas batatas meticulosamente trabalhadas para absorver a quantidade ideal de azeite. Há uns anos tentei reproduzir o prato. Pedi a receita à minha avó e segui tudo à risca. Cortei as cebolas milimetricamente e calculei o azeite necessário para lhe dar o tal sabor especial. O resultado foi bom. Foi provavelmente o melhor bacalhau que já cozinhei mas estava a anos luz do bacalhau da minha avó. Ora, se eu utilizei os mesmos ingrediente e segui as medidas à risca... porque é que isto aconteceu? Não sei. E desconfio que o J.J. Abrams também não sabe.
A ideia por detrás do Super 8 era simples: homenagear o cinema familiar de ficção científica/fantasia dos anos 80. J.J. Abrams chamou uma série de crianças, inseriu-as num bairro americano comum e apresentou-lhes-lhes um elemento de uma outra realidade que os iria levar a viver a aventura das suas vidas (E.T.? Goonies? Gremlins? É só escolher). Não faltaram as referências de aquecer o coração (uma paixão ternurenta pelo cinema ou um colar, símbolo de um amor intemporal) e alguns dramas familiares e rivalidades por resolver. Tudo isto apimentado com um humor inocente e agradável. Está tudo lá, pronto para atacar o glândula da nostalgia e fazer as delícias de quem viveu numa altura em que Spielberg era Deus.
No entanto, a verdade é que a coisa não funciona como nós gostaríamos. A magia perdeu-se algures. Aquela inocência que esperávamos encontrar não está lá. Sentimos desde o início que aquilo não é autêntico apesar de não conseguirmos perceber exatamente porquê. Não sei se a culpa é dos lens flares, do monstro em CGI, ou do déjà vu constante, mas sei que algo falha.
Não me interpretem mal, Super 8 não é um mau filme. As crianças estão surpreendentemente bem, com uma química sincera e palpável, as sequências de ação são fantásticas (atente-se na sequência do descarrilamento) e a narrativa está bem construída (apesar de não ter nada de realmente surpreendente ou memorável).
No entanto não tem aquele feel dos anos 80 da mesma forma que o meu bacalhau, apesar de ter sido feito a partir da mesma receita, não sabe ao mesmo que o da minha avó. Ao não conseguir apelar à nostalgia acaba inevitavelmente por perder o seu maior trunfo.
Admito que, por exemplo, o The Hole do Joe Dante, que estreou em Portugal no início do ano, consegue transportar-nos para esse cinema de forma mais autêntica, mesmo sendo um filme com uma ambição diferente. Mas, pensando bem isso nem é de estranhar. Afinal de contas Joe Dante continua a ser Joe Dante e o J.J.Abrams, ao contrário do que gostaríamos de acreditar, não é o Spielberg.
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Apesar de se louvar a ideia de se arriscar em proj...
Tive o privilégio de ver o piloto e gostei bastant...
Como comum mortal que sou, aguardo ansiosamente pe...
Nunca me enganaste....
Eu sei, achei exatamente o mesmo!